
Inspirado na obra literária de Nicholas Sparks, com o mesmo nome, eis uma história de amor com um final triste.
Lembro-me de ter visto este filme já duas ou três vezes e choro sempre na parte final, quando ouvimos a voz de Kevin Costner a ler a última carta que escreveu e vemos as imagens do desastre que põe fim a tudo.
Faz-me pensar que aproveitamos muito pouco as oportunidades que nos são dadas para amar e sermos amados, sempre com a mania que amanhã vai ser diferente ou melhor. Para eles não houve amanhã...



(Os bons)







